Há dias em que acordamos com uma musica na cabeça e nunca mais sai...
Desta vez tive sorte porque esta musica é leve, fresca para o verão, e dispõem, não é nada cansativa por mais que se cante...
A combinação perfeita de Ben Harper e a brasileira Vanessa da Mata!
http://br.youtube.com/watch?v=y8dQP5srrGk
29/08/2007
22/08/2007
Mais uma estrelinha
Acabei de saber...
Nem estou em mim...
O Tiago já respira o nosso ar...
Já abriu os olhos e apontou para o pai...
É moreno para representar o tipico português...
Hoje à noite vai nascer uma estrelinha para proteger quem acaba de nascer.
Tiago, mal posso esperar para te conhecer, te tomar no colo e sentir que de facto "a vida é tão rara"...
Nem estou em mim...
O Tiago já respira o nosso ar...
Já abriu os olhos e apontou para o pai...
É moreno para representar o tipico português...
Hoje à noite vai nascer uma estrelinha para proteger quem acaba de nascer.
Tiago, mal posso esperar para te conhecer, te tomar no colo e sentir que de facto "a vida é tão rara"...
Em Agosto os avec's...
Avec's é uma expressão utilizada para denominar os emigrantes (de França, Suíça e Luxemburgo) que voltam no mês de Agosto a Portugal para passar férias, irem à terra; matar saudades da família e dos amigos que por cá se mantêm o ano todo!
Até aqui tudo bem. Mas há uma coisa que me inquieta, por vezes confunde e, confesso, irrita: Porque é que os avec's querem ser Portugueses em França e e Franceses em Portugal?
Cá falam francês e quanto mais alto melhor e lá exibem o cachecol de Portugal sempre que a nossa selecção joga.
Até aqui tudo bem. Mas há uma coisa que me inquieta, por vezes confunde e, confesso, irrita: Porque é que os avec's querem ser Portugueses em França e e Franceses em Portugal?
Cá falam francês e quanto mais alto melhor e lá exibem o cachecol de Portugal sempre que a nossa selecção joga.
31/07/2007
Andanças, muitas danças II
Minha aldeia é todo o mundo. Todo o mundo me pertence. Aqui me encontro e confundo com gente de todo o mundo que a todo o mundo pertence.
António Gedeão
António Gedeão
24/07/2007
...vais perceber que é para ti...
Hoje gostava de te dizer tanta coisa…
Tenho pensado tanto em ti e nas aventuras que marcaram…
Para ser sincera nestes últimos dias começo a duvidar que não tenha sido eu a deitar-te a língua de fora quando nos vimos pela 1ª vez… Talvez por perceber desde logo que eras diferente e não te queria perder mesmo antes de nos termos falado…
Cada vez que me lembro da nossa ida ao Porto a ver o “termómetro umplugde” em plena época de exames… e eu a fugir das câmaras…
E dos dias que decidíamos estudar juntas e fazíamos 1000 pausas para falar de uma coisa que nos tínhamos esquecido na pausa anterior…
Dos lanches deliciosos e os mimos que comprávamos para esquecer o difícil da matéria e que existia a dieta…
Do mega jantar de despedida quando fui para Taizé…
Do teu abraço quando te sentes “fraquinha”…
Do que me apoias-te quando acordava com o pânico…
Daquele dia fantástico que passamos na Caparica, sem relógio…
Do triste que me senti quando já não tinhas tempo para fazer parte do meu dia-a-dia, porque tinhas sempre mil coisas para fazer… fiquei com medo que te esquecesses de mim, ou que os outros fossem mais especiais, que a amizade com os outros fosse melhor…
Agora eu sei e, acima de tudo sinto, que o teu amor é tão maravilhosamente grande que não há que ter medo.
Obrigada por TuDo
Tenho pensado tanto em ti e nas aventuras que marcaram…
Para ser sincera nestes últimos dias começo a duvidar que não tenha sido eu a deitar-te a língua de fora quando nos vimos pela 1ª vez… Talvez por perceber desde logo que eras diferente e não te queria perder mesmo antes de nos termos falado…
Cada vez que me lembro da nossa ida ao Porto a ver o “termómetro umplugde” em plena época de exames… e eu a fugir das câmaras…
E dos dias que decidíamos estudar juntas e fazíamos 1000 pausas para falar de uma coisa que nos tínhamos esquecido na pausa anterior…
Dos lanches deliciosos e os mimos que comprávamos para esquecer o difícil da matéria e que existia a dieta…
Do mega jantar de despedida quando fui para Taizé…
Do teu abraço quando te sentes “fraquinha”…
Do que me apoias-te quando acordava com o pânico…
Daquele dia fantástico que passamos na Caparica, sem relógio…
Do triste que me senti quando já não tinhas tempo para fazer parte do meu dia-a-dia, porque tinhas sempre mil coisas para fazer… fiquei com medo que te esquecesses de mim, ou que os outros fossem mais especiais, que a amizade com os outros fosse melhor…
Agora eu sei e, acima de tudo sinto, que o teu amor é tão maravilhosamente grande que não há que ter medo.
Obrigada por TuDo
23/07/2007
20/07/2007
encantas-me...
encanta-me o teu sorriso
encanta-me esse olhar meigo
encanta-me a tua imensa ternura
encanta-me a harmonia que te precorre
encanta-me a cumplicidade que nos une
encanta-me a tua capacidade de amar... para abraçares o amor
eNCanTas-mE...
encanta-me esse olhar meigo
encanta-me a tua imensa ternura
encanta-me a harmonia que te precorre
encanta-me a cumplicidade que nos une
encanta-me a tua capacidade de amar... para abraçares o amor
eNCanTas-mE...
06/07/2007
03/07/2007
Era tão bom que tu também soubesses...
Eu Sei que és mais do que pensas
És mais do que pensas ser
És mais do que sentes
És mais do que mostras
És mais do que ambicionas
És mais do que fazes
És mais do que sorris
És mais do que podes imaginar
E porque eu sei isto Tudo,
tu também o deves saber
ao menos sentir!
(estas palavras são para os desacreditados, e Sim para ti que vieste “visitar-me”)
És mais do que pensas ser
És mais do que sentes
És mais do que mostras
És mais do que ambicionas
És mais do que fazes
És mais do que sorris
És mais do que podes imaginar
E porque eu sei isto Tudo,
tu também o deves saber
ao menos sentir!
(estas palavras são para os desacreditados, e Sim para ti que vieste “visitar-me”)
26/06/2007
S. João do e no Porto

Com marteladas durante a noite toda e algum alho porro no nariz e na boca, lá sobrevivi ao S. joão com muita animação, bailaricos, cheiro a sardinhas, sangria fresquinha e fogo de artifício, tudo ao som de música Pimba, José Cid e a acabar a noite GNR com tiques de Ney Matogrosso!
Valeu bem a pena! E a companhia? Isso nem se fala...
12/06/2007
Everlasting love
Hearts gone astray Deep in her when they go
I went away Just when you needed me so
You won't regretI'll come back begging you
Won't you forgetWelcome love we once knew
Open up your eyes Then you'll realise
Here I stand with my Everlasting love
Need you by my side
Girl to be my pride
You'll never be denied Everlasting love...
Hearts gone astray Deep in her when they go
I went away Just when you needed me so
You won't regretI'll come back begging you
Won't you forgetWelcome love we once knew
Open up your eyes Then you'll realize
Here I stand with my Everlasting love
Need you by my side
Girl to be my pride
You'll never be denied Everlasting love
From the very startOpen up your heartFeeling you forever
Everlasting love
Need a love to last forever
Need a love to last forever
Need a love to last forever
Need a love to last forever
I need a love to last forever
Jamie Cullum
I went away Just when you needed me so
You won't regretI'll come back begging you
Won't you forgetWelcome love we once knew
Open up your eyes Then you'll realise
Here I stand with my Everlasting love
Need you by my side
Girl to be my pride
You'll never be denied Everlasting love...
Hearts gone astray Deep in her when they go
I went away Just when you needed me so
You won't regretI'll come back begging you
Won't you forgetWelcome love we once knew
Open up your eyes Then you'll realize
Here I stand with my Everlasting love
Need you by my side
Girl to be my pride
You'll never be denied Everlasting love
From the very startOpen up your heartFeeling you forever
Everlasting love
Need a love to last forever
Need a love to last forever
Need a love to last forever
Need a love to last forever
I need a love to last forever
Jamie Cullum
01/06/2007
Está quase quase...
Meu querido confidente preferido...
Cada vez que me lembro que vais casar...
e já amanhã... fico toda emocionada...
Já andei à procura de rimel à prova de água e tudo...
É inevitável conter as lágrimas nesse momento!
Estamos todos animados e vai ser uma grande festa!
Um beijo enorme cheio das nossas cumplicidades
Cada vez que me lembro que vais casar...
e já amanhã... fico toda emocionada...
Já andei à procura de rimel à prova de água e tudo...
É inevitável conter as lágrimas nesse momento!
Estamos todos animados e vai ser uma grande festa!
Um beijo enorme cheio das nossas cumplicidades
31/05/2007
Cores
A dama em preto e branco nos cinzento
domingos. A amarelinha nos azuis.
domingos. A amarelinha nos azuis.
Papagaios carmim rosa magenta
levantados no céu, braços em cruz.
Verdes anos. Do rio as pardacentas
águas acalentavam corpos nus.
Mexericas e ameixas cismarenta
sao pôr-do-sol filtravam ouro e luz.
Da imprensa marrom não se sabia.
Laranja, só a fruta mereciao nome.
Na inocência iam as horas.
O bispo em sua roupa solferino.
Nos dedos andarilhos dos meninoso
roxo corrompido das amoras.
Maria Thereza Noronha
24/05/2007
18/05/2007
Insuflávelmente Feliz
A melhor prenda de todas...
Andas-te cerca de 300 Km para estares comigo...
O almoço, os sorrisos, os presentes...
http://www.youtube.com/watch?v=b_NiAXc1wQ8
"Sei que sabes que sim e que para mim" és muito importante!
Andas-te cerca de 300 Km para estares comigo...
O almoço, os sorrisos, os presentes...
http://www.youtube.com/watch?v=b_NiAXc1wQ8
"Sei que sabes que sim e que para mim" és muito importante!
11/05/2007
Enfim...
"Estava Miguel Sousa Tavares na TVI a comentar a nova Lei do Tabaco quando da sua boca saltou esta pérola:
o fumo nos restaurantes, que o Governo quer limitar, incomoda muitíssimo menos do que o barulho das crianças - e a estas não há quem lhes corte o pio.
Que bela comparação. Afinal, o que é uma nuvenzinha de nicotina ao pé de um miúdo de goela aberta?
Vai daí, para justificar a fineza do seu raciocínio, Sousa Tavares avançou para uma confissão pessoal: "Tive a sorte de os meus pais só me levarem a um restaurante quando tinha 13 anos." Há umas décadas, era mais ou menos a idade em que o pai levava o menino ao prostíbulo para perder a virgindade. O Miguel teve uma educação moderna - aos 13 anos, levaram-no pela primeira vez a comer fora.
Senti-me tocado e fiz uma revisão de vida.
É que eu sou daqueles que levam os filhos aos restaurantes. Mais do que isso.
Sou daquela classe que Miguel Sousa Tavares considerou a mais ameaçadora e aberrante: os que levam "até bebés de carrinho!". A minha filha de três anos já infectou estabelecimentos um pouco por todo o país, e o meu filho de 14 meses babou-se por cima de duas ou três toalhas respeitáveis. É certo que eles não pertencem à categoria CSI (Criancinhas Simplesmente Insuportáveis), já que assim de repente não me parece que tenham por hábito exibir a glote cada vez que comem fora - mas, também, quem é que acredita nas palavras de um pai? E depois, há todo aquele vasto campo de imponderáveis: antes de os termos, estamos certos de que vão ser CEE (Crianças Exemplarmente Educadas), mas depois saltam cá para fora, começam a crescer e percebemos com tristeza que vêm munidos de vontade própria, que nem sempre somos capazes de controlar.
O que fazer, então? Mantê-los fechados em casa? Acorrentá-los a uma perna do sofá? É uma hipótese, mas mesmo essa é só para quem pode. Na verdade, do alto da sua burguesia endinheirada, e sem certamente se aperceber disso, Miguel Sousa Tavares produziu o comentário mais snobe do ano.
Porque, das duas uma, ou os seus pais estiveram 13 anos sem comer fora, num admirável sacrifício pelo bem-estar do próximo, ou então tinham alguém em casa ou na família para lhes tomar conta dos filhinhos quando saíam para a patuscada. E isso, caro Miguel, não é boa educação - é privilégio de classe.
Muita gente leva consigo a prole para um restaurante porque, para além do desejo de estar em família, pura e simplesmente não tem ninguém que cuide dos filhos enquanto palita os dentes. Avós à mão e boas empregadas não calham a todos. A não ser que, em nome do supremo amor às boas maneiras, se faça como os paizinhos da pequena Madeleine: deixá-la em casa a dormir com os irmãos, que é para não incomodar o jantar"
o fumo nos restaurantes, que o Governo quer limitar, incomoda muitíssimo menos do que o barulho das crianças - e a estas não há quem lhes corte o pio.
Que bela comparação. Afinal, o que é uma nuvenzinha de nicotina ao pé de um miúdo de goela aberta?
Vai daí, para justificar a fineza do seu raciocínio, Sousa Tavares avançou para uma confissão pessoal: "Tive a sorte de os meus pais só me levarem a um restaurante quando tinha 13 anos." Há umas décadas, era mais ou menos a idade em que o pai levava o menino ao prostíbulo para perder a virgindade. O Miguel teve uma educação moderna - aos 13 anos, levaram-no pela primeira vez a comer fora.
Senti-me tocado e fiz uma revisão de vida.
É que eu sou daqueles que levam os filhos aos restaurantes. Mais do que isso.
Sou daquela classe que Miguel Sousa Tavares considerou a mais ameaçadora e aberrante: os que levam "até bebés de carrinho!". A minha filha de três anos já infectou estabelecimentos um pouco por todo o país, e o meu filho de 14 meses babou-se por cima de duas ou três toalhas respeitáveis. É certo que eles não pertencem à categoria CSI (Criancinhas Simplesmente Insuportáveis), já que assim de repente não me parece que tenham por hábito exibir a glote cada vez que comem fora - mas, também, quem é que acredita nas palavras de um pai? E depois, há todo aquele vasto campo de imponderáveis: antes de os termos, estamos certos de que vão ser CEE (Crianças Exemplarmente Educadas), mas depois saltam cá para fora, começam a crescer e percebemos com tristeza que vêm munidos de vontade própria, que nem sempre somos capazes de controlar.
O que fazer, então? Mantê-los fechados em casa? Acorrentá-los a uma perna do sofá? É uma hipótese, mas mesmo essa é só para quem pode. Na verdade, do alto da sua burguesia endinheirada, e sem certamente se aperceber disso, Miguel Sousa Tavares produziu o comentário mais snobe do ano.
Porque, das duas uma, ou os seus pais estiveram 13 anos sem comer fora, num admirável sacrifício pelo bem-estar do próximo, ou então tinham alguém em casa ou na família para lhes tomar conta dos filhinhos quando saíam para a patuscada. E isso, caro Miguel, não é boa educação - é privilégio de classe.
Muita gente leva consigo a prole para um restaurante porque, para além do desejo de estar em família, pura e simplesmente não tem ninguém que cuide dos filhos enquanto palita os dentes. Avós à mão e boas empregadas não calham a todos. A não ser que, em nome do supremo amor às boas maneiras, se faça como os paizinhos da pequena Madeleine: deixá-la em casa a dormir com os irmãos, que é para não incomodar o jantar"
João Miguel Tavares Jornalista
10/05/2007
O cigano mudo
Desde que me lembro de ser gente que chego ao fim da Rua da Quinta e lá vejo o cigano a gesticular e esbracejar.
Ás vezes faz asneiras e a comunicação dele é muito especial, a maioria das vezes é ilógica e sem sentido para os mais racionais.
Fica exactamente naquele sítio quer faça sol ou chuva. Senta-se numa caixa de plástico ou aquelas de madeira da fruta.
No outro dia vi-o a andar e, para espanto meu, ele anda… Sempre o vi de pé ou sentado mas no mesmo sito, imóvel da cintura para baixo.
Diz-se que o cigano só abandona aquele sítio quando morrer porque vai para lá todos os dias à espera da mãe que viu um dia partir para o cemitério e nunca mais voltou.
09/05/2007
pão em Castelo Novo
30/04/2007
fado do encontro
Vou andando, cantando
Tenho o sol à minha frente
Tão quente, brilhante
Sinto o fogo à flor da pele
Tão quente, beijando
Como se fosses tu
Ao longe, distante
Fica o mar no horizonte
É nele, por certo
Onde a tua alma se esconde
Carente, esperando
Esse mar és tu
Pode a noite ter outra cor
Pode o vento ser mais frio
Pode a lua subir no céu
Eu já vou descendo o rio...
Na foz, revolta
Fecho os olhos, penso em ti
Tão perto, que desperto
Há uma alma à minha frente
Tão quente, beijando
Por certo que és tu
Pode a lua subir no céu
E as nuvens a noite toldar
Pode o escuro ser como breu
Acabei por te encontrar
Vou andando, cantando
Tive o sol à minha frente
Tão quente, brilhando
Que a saudade me deixou
Para sempre,Por certo
O meu Amor és tu.
Tim
Tenho o sol à minha frente
Tão quente, brilhante
Sinto o fogo à flor da pele
Tão quente, beijando
Como se fosses tu
Ao longe, distante
Fica o mar no horizonte
É nele, por certo
Onde a tua alma se esconde
Carente, esperando
Esse mar és tu
Pode a noite ter outra cor
Pode o vento ser mais frio
Pode a lua subir no céu
Eu já vou descendo o rio...
Na foz, revolta
Fecho os olhos, penso em ti
Tão perto, que desperto
Há uma alma à minha frente
Tão quente, beijando
Por certo que és tu
Pode a lua subir no céu
E as nuvens a noite toldar
Pode o escuro ser como breu
Acabei por te encontrar
Vou andando, cantando
Tive o sol à minha frente
Tão quente, brilhando
Que a saudade me deixou
Para sempre,Por certo
O meu Amor és tu.
Tim
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