28/02/2007

no domingo ao telefone...


Chorei tanto mas tanto quando me contas-te, quando desliguei, antes de adormecer...
Agora vai começar uma nova fase na tua vida...
Ser pai tem tantas coisas boas!
Vais ter o que eu sempre sonhei para mim!
O meu 3º sobrinho.
Estou radiante e sabes que, como sempre vou estar sempre a teu lado
para tudo!
Adoro-te!
Um abraço cheio da nossa cumplicidade

23/02/2007

em silencio



em silêncio rapto o teu olhar e levo-o comigo

para as profundezas do infinito e mais além.

em silêncio e sem te perguntar vou atar-me a ti sem que sintas.

08/02/2007

enviado por um amigo

"A escola que temos não exige a muitos jovens qualquer aproveitamento útil ou qualquer respeito da disciplina. Passa o tempo a pôr-lhes pó de talco e a mudar-lhes as fraldas até aos 17 anos.
Entretanto mostra-lhes com toda a solicitude que eles não precisam de aprender nada, enquanto a televisão e outros entretenimentos tratam de submetê-los a um processo contínuo de imbecilização.
Se, na adolescência, se habituam a drogar-se, a roubar, a agredir ou a cometer outros crimes, o sistema trata-os com a benignidade que a brandura dos nossos costumes considera adequadas à sua idade e lava-lhes ternurentamente o rabinho com água de colónia.
Ficam cientes de que podem fazer tudo o que lhes der na real gana na mais gloriosa das impunidades.
Não são enquadrados por autoridade de nenhuma espécie na família, nem na > escola, nem na sociedade, e assim atingem a maioridade.
Deixou de haver serviço militar obrigatório, o que também concorre para que cheguem à idade adulta sem qualquer espécie de aprendizagem disciplinada ou de noção cívica.
Vão para a universidade mal sabendo ler e escrever e muitas vezes sem sequer conhecerem as quatro operações. Saem dela sem proveito palpável.
Entretanto, habituam-se a passar a noite em discotecas e noutros
proficientes locais de aquisição interdisciplinar do conhecimento, até às cinco ou seis da manhã.
Como não aprenderam nada digno desse nome e não têm referências identitárias, nem capacidade de elaboração intelectual, nem competência profissional, a sua contribuição visível para o progresso do país consiste no suculento gáudio de colocarem Portugal no fim de todas as tabelas.
Capricham em mostrar que o "bom selvagem" afinal existe e é português.
A sua capacidade mais desenvolvida orienta-se para coisas como o Rock in Rio ou o futebol. Estas são as modalidades de participação colectiva ao seu alcance e não requerem grande esforço (do qual, aliás, estão dispensados com proficiência desde a instrução primária).
*Contam com o extremoso apoio dos pais, absolutamente incapazes de se **co-responsabilizarem por uma educação decente, mas sempre prontos a gritar aqui-d'el-rei! contra a escola*, o Estado, as empresas, o gato do vizinho, seja o que for, em nome dos intangíveis rebentos.
Mas o futuro é risonho e é por tudo o que antecede que podemos compreender o insubstituível papel de duas figuras como José Mourinho e Luiz Felipe Scolari.
Mourinho tem uma imagem de autoridade friamente exercida, de disciplina, de rigor, de exigência, de experiência, de racionalidade, de sentido do risco. Este conjunto de atributos faz ganhar jogos de futebol e forma um bloco duro e cristalino a enredomar a figura do treinador do Chelsea e o seu perfil de condottiere implacável, rápido e vitorioso. Aos portugueses não interessa a dureza do seu trabalho, mas o facto de "ser uma máquina" capaz de apostar e ganhar, como se jogasse à roleta russa.
Scolari tem uma imagem de autoridade, mas temperada pela emoção, de eficácia, mas temperada pelo nacional-porreirismo, de experiência, mas temperada pela capacidade de improviso, de exigência, mas temperada pela compreensão afável, de sentido do risco, mas temperado por um realismo muito terra-a-terra. É uma espécie de tio, de parente próximo que veio do Brasil e nos trata bem nas suas rábulas familiares, embora saiba o que quer nos seus objectivos profissionais.
Ora, depois de uns séculos de vida ligada à terra e de mais uns séculos de vida ligada ao mar, chegou a fase de as novas gerações portuguesas viverem ligadas ao ar, não por via da aviação, claro está, mas porque é no ar mais poluído que trazem e utilizam a cabeça e é dele que colhem a identidade, a comprazer-se entre a irresponsabilidade e o espectáculo.
E por isso mesmo, Mourinho e Scolari são os novos heróis emblemáticos da nacionalidade, os condutores de homens que arrostam com os grandes e terríficos perigos e praticam ou organizam as grandes façanhas do peito ilustre lusitano. São eles quem faz aquilo que se gosta de ver feito, desde que não se tenha de fazê-lo pessoalmente porque dá muito trabalho. Pensam pelo país, resolvem pelo país, actuam pelo país, ganham pelo país.
Daí as explosões de regozijo, as multidões em delírio, as vivências mais profundas, insubordinadas e estridentes, as caras lambuzadas de tinta verde e vermelha dos jovens portugueses. Afinal foi só para o Carnaval que a escola os preparou. Mas não para o dia seguinte. "

texto de Vasco Graça Moura

01/02/2007


"if the heart could think , it would stop"

31/01/2007

ainda acerca do aborto...

Com a campanha a arrancar do referendo ao aborto, emergem inumeros movimentos: ele é o assim não, o sim, o movimento da vida... enfim uma série deles. Muitos só me fazem rir com as asneiras e argumentos que dizem...
Neste contexto não admira que o meu pai tenha comentários do tipo: "e se eu criasse um movimento em que defendesse o voto só das mulheres? Podia chamar-se "Homens NÂO"".
No comments...

29/01/2007

Tu


Recebi uma carta tua hoje, foi o suficiente para andar bem disposta o dia todo... Adoro receber cartas e tu de vez em quando presenteias-me com cartas de letra bonita e de palavras especiais!

Obrigada... obrigada!

De repente fiquei cheia de saudades tuas...

Tive saudades do último dia do ano que passamos juntos a ver as luzes de natal de Sintra e o palácio de conto de fadas...

Quero estar contigo este fim de semana e celebrar a amizade que nos une!

Quero também que me contes tudo, porque é sempre importante e especial quando estamos que é impossivel ver a minha vida sem ti!

Não gosto de ser mais uma na vida dos meus amigos e por isso faço questão que os meus amigos não se sintam como mais um.

Abraço-te!

26/01/2007

My Angel

Já há tanto que não sabia nada de ti...
Mas hoje encontras-te-me no msn e falámos, disseste que tinhas saudades minhas, que te lembras como tudo começou em Taizé, e como nos imaginas no jardim secreto dos nossos sonhos ou do nosso imaginário.
Dizes-me com a maior alegria que estás no Malawi, que estás a adorar ensinar arte e mandas-me uma fotografia com o teu novo look...
Enterneces-me escrevendo "Maria, thank you for the work you do for Love on the planet"...
Secretamente vou sonhar contigo e espero que me guardes como desde o dia em que os nossos olhos se tocaram.

O dia mais frio do ano


Hoje é dia 26 de Janeiro, o ano acabou de começar e lá vêem os media a dizer que hoje é o dia mais frio do ano, no inicio do ano...

22/01/2007

Despenalização II

Afinal ainda há almas caridosas que me ajudam a ficar mais esclarecida.
Assim, dia 11 de Fevereiro vou votar com consciência!

http://www.assimnao.org/images/lei9097.pdf

15/12/2006

ARGENTINA

Pois é a viagem por que tanto sonhei está quase quase a chegar!!!
Vai se a primeira vez: - em outro continente
- o Natal sem a familia
- o Natal no verão

Aproveito para dizer que vos levo, mas no coração porque na mala só podem ir 20 Kg, que eu tentei encolher ao máximo... mas é inevitável...
Só as prendas ocupam-me metade da bagagem...
Um optimo Natal com muito amor e sorrisos!

07/12/2006

Despenalização

Numa altura em que sugem movimentos a favor do SIM ao aborto, movimentos contra, movimentos que apoiam o nim, resolvi investigar para poder falar sobre o assunto, ter uma opinião, e acima de tudo poder votar com consciência.
Passei mais de meia hora na internet à procura da lei actual do aborto e ZERO!
Alguém é capaz de me esclarecer?

04/12/2006

Um Abraço insuflável


Minha estrelinha Insuflável:
Muitos Parabéns!
Com tudo ao que tens direito!
A nossa amizade começou quando no Norte corriamos para o quarto da residencial e falavamos se só as coisas más fossem insufláveis...
O teu sorriso e o teu jardim secreto percorrem caminhos insondáveis e mistérios deliciosos!
Ficas comigo?

PS- hoje fazes anos e eu em tua honra coloco no casaco uma das pregadeiras que me ofereces-te e tu presenteias-me com uma carta tua...
OBRIGADA

24/11/2006

Um favorzinho...



S. Pedro, por favor desliga a

torneira que eu estou tão fartinha

de chuva!

14/11/2006

Eu estive láaaaaaa!


"O Coliseu dos Recreios esgotou para receber um rapaz tem 27 anos, cabelo despenteado e uma camisa justa ao tronco que se debruça sobre o piano e se inquieta na cadeira. É Jamie Cullum.

O 'crooner' tem feito furor nos últimos anos com um punhado de discos que partem de uma estrutura pop e desaguam, mais à frente, numa paleta mais jazzística. A música vende. Os concertos também.

Jamie Cullum regressou a Lisboa e entrou triunfante no palco. Distribuiu simpatia e não se cansou de elogiar a beleza das mulheres portuguesas. É um espertalhão.
O rapaz tem a sua pinta. E nota-se ali honestidade. Mas mais de duas horas de espectáculo são suficientes para constatar que existem dois Jamies Cullums aquele que parece engolir o piano enquanto transpira a sua música (ou a dos outros, como, por exemplo, «High and dry», dos Radiohead) e aquele que se levanta para alguns excessos espalhafatosos. A audiência não fez escolhas e esteve sempre com as mãos soltas para os aplausos graciosos.


O espectáculo decorreu nesse vaivém constante entre as bonanças jazz e uma dinâmica mais pop. Pelo meio não faltaram derivações a ritmos étnicos e até uma visita a uma timbalada brasileira.

Jamie Cullum, sempre muito comunicativo, elogiou o nosso sol. Chamou gente para cima do palco e fez questão, ele mesmo, de se misturar no meio da plateia, cantando sem microfone. Foi um miúdo imparável. A assistência era constituída por muitas mulheres e vários casais com pinta de jogadores de golfe. Todos eles tiveram oportunidade ver a actuação da primeira parte o duo Nizlobi. Foi, também, um concerto vitorioso.

O duo pratica uma música simples mas certeira. Houve um contrabaixo poderoso que estremece com os alicerces do Coliseu. Houve uma guitarra acústica, e uma voz. E tudo se construiu a partir daí com um pé na herança folk e outro no hip-hop, o duo conseguiu a proeza de colocar a sala inteira a trautear uma das letras durante várias dezenas de segundos.

Na memória fica, também, o carisma de um vocalista que se esforçava - e muito - por falar sempre em português com o público. A banda há-de ser grande. "

PS - Obrigada por teres vindo comigo e pela noticia do Jamie

03/11/2006



Choro e não quero que ninguém oiça...
Quero carregar esta dor Contigo, mas já nem sinto urgencia em te encontrar...

10/10/2006

com a chuva chovem cores

26/09/2006

Afilhada


Nome: Inês Bernardo
Idade: 7 anos (feitos hoje)
Hobie preferido: Fazer desenhos!
Idolos: Pucca (a menina japonesa de olhos em bico) e Hello KITTY (aquele animalzinho parecido com um coelho... ou será uma gata?)
Companheiro de brincadeiras: o irmão Francisco
Companheira das asneiras e cumplicidades: a madrinha que lhe dá sempre os brinquedos inimagináveis, recupera patas perdidas e cavalos sem cabeça!
Muitos parabéns minha Ratinha não chuchosa =)

11/09/2006

Um dia destes volto LÁ!

08/09/2006

O Medo... o eterno medo

“As muralhas que erigimos à nossa volta sempre que nos sentimos emocionalmente ameaçados são muralhas de medo. Tememos ser magoados, rejeitados, ostracizados. Sentimo-nos ameaçados pela nossa vulnerabilidade e construímos uma parede à nossa volta para não sentirmos. Suprimimos as nossas emoções.
Por vezes, chegamos ao ponto de rejeitar a pessoa ou as pessoas que nos ameaçam, antes que elas nos rejeitem. Agredimo-las antes de elas levantarem sequer um dedo para nos atacar. Este tipo de auto-protecção é designado por contra-ataque fóbico. Infelizmente, os muros que erguemos à nossa volta magoam-nos mais do que a dor que qualquer pessoa nos possa infligir. Os muros bloqueiam-nos, encerram os nossos corações e pioram a nossa condição. Quando nos emparedamos a nós próprios, quando nos separamos das nossas emoções e sentimentos, nunca conseguimos chegar à origem do nosso sofrimento, aos nossos medos e vulnerabilidades subjacentes. Não conseguimos compreender as verdadeiras bases dos nossos problemas. Não conseguimos curar-nos; não conseguimos ser um todo.”



Excerto do livro A divina sabedoria dos mestres de Brian Weiss.

01/09/2006

Que chatisse....

Alguém é capaz de compreender???
O que é trabalhar o mês de Agosto inteirinho?
Sabendo que os amigos estão em Taizé, ou a fazer o caminho de SanTiago, ou na Praia, ou em serviço comunitário, ou entre a Alemanha e a Austria meio em formação meio em visita a amigos; ou algures em Barcelona a visitar uma das mais belas obras de arte de Gaudí?
Apanhar trânsito de 20 minutos (em dias normais são 5 minutos para chegar ao trabalho) para chegar ao trabalho por causa dos emigrandes que andam por todo o lado?
Sempre que acedo ao MSN e não haver ninguém?
Paulo Gonzo a toda a hora na rádio...
Andar com uma constipação das fortes com o calor que está?
Ter que beber chá muito quentinho para me aconchegar antes de ir para a cama e ser Verão?
Estar o fim-de-semana à porta e não sei se tenho tempo para descansar...
Querer fazer alguma coisa de original e gira para me animar e não ter ideias...
Por favor alguém me salve desta monotonia irritante e apática...
Ah! Um beijo bem grande para os que como eu estão a trabalhar!