14/02/2009
05/02/2009
04/02/2009
o que somos e transportamos connosco
O pai da-nos a visão do mundo e a mãe da-nos a visão do eu, enquanto pessoa...
30/01/2009
a economida da atenção
Hoje, pela primeira vez, ouvi esta expressão: "economia da atenção".
Dá que pensar... tudo corre tão depressa, acontecem coisas á velocidade da luz que parece que quase tudo me passa ao lado...
Mas sempre tentei dar atenção e mimar as pessoas da minha vida, nunca muito interessada na quantidade, pois quanto maior, menor a atenção...
Descobri, portanto que economizo atenção para aqueles que me são importantes, mas muitas vezes não o faço noutros campos... sentido-me muitas vezes dispersa.
Será que ser multidisciplinar que dizer isso mesmo focar para abranger?
21/01/2009
20/01/2009
YES
Hoje vai-se fazer história.
"Yes I can, yes you can, yes we can"!
Não é só um orgulho para os Americanos, o MUNDO enche-se de orgulho para o acolher...
Fala de verdade, de justiça, que quer ouvir sempre a voz do povo, estar perto da família e continuar a contar histórias ás filhas e ouvir a sua opinião sobre o pai!
Surge outra intenção para este ano, não deixar de ler "a audácia da esperança" escrito por este que promete ser um grande senhor Barack Obama!
16/01/2009
a recusa
Ultimamente ando com dores de costas, já há mais de 8 meses…
Antes eram as omoplatas e agora mais abaixo…
Recuso-me a pensar que é velhice, mas tenho que ir tratar disto. O que é mais doloroso é saber que não são coisas que se resolvem de um dia para o outro.
Enfim… coisas da vida!
Antes eram as omoplatas e agora mais abaixo…
Recuso-me a pensar que é velhice, mas tenho que ir tratar disto. O que é mais doloroso é saber que não são coisas que se resolvem de um dia para o outro.
Enfim… coisas da vida!
15/01/2009
Presentes
Adoro receber presentes fora de época, prendas atrasadas de natal, de aniversário ou prendas porque sim…. São boas porque são inesperadas… não importa se são grandes, porque o que importa é o que significam, o valor emocional que carregam.
Adoro ainda mais oferecer e também sem razão é quando sabe melhor ver a reacção das pessoas….
Obrigada ás prendas inesperadas, obrigada aos textos que as acompanham… porque quando vemos alguma coisa escrita sobre nós ou sobre as relações que me unem a alguém torna-se ainda mais real e sentido!
Adoro ainda mais oferecer e também sem razão é quando sabe melhor ver a reacção das pessoas….
Obrigada ás prendas inesperadas, obrigada aos textos que as acompanham… porque quando vemos alguma coisa escrita sobre nós ou sobre as relações que me unem a alguém torna-se ainda mais real e sentido!
14/01/2009
Sempre que se inicia um novo ano, os votos de felicidade, sucesso, saúde, amor, prosperidade.... renovam-se. Pensamos o que queremos ser mais do que somos, o que queremos mudar na nossa vida, o que queremos manter, melhorar e esquecer.
Gosto desta sensação de iniciar.... um novo ano, uma nova agenda, uma nova etapa, um novo sonho, novos propósitos e ambições e começar a viagem anual que faço ao estrangeiro!
Adoro novos anos!
Gosto desta sensação de iniciar.... um novo ano, uma nova agenda, uma nova etapa, um novo sonho, novos propósitos e ambições e começar a viagem anual que faço ao estrangeiro!
Adoro novos anos!
14/12/2008
O espírito do NATAL
Como o Natal está perto e não passa despercebido, vou falar sobre ele, ou desabafar sobre o que traz o Natal.
Porque é que as pessoas insistem em dar donativos na rua ou a causas de solidariedade libertamdo-se de pesos na consciência se, nem se quer se conseguem descentrar de si mesmas e viver o verdadeiro ESPÍRITO de Natal?
Natal é o nascimento, o renascimento de tudo o que pode começar de novo, uma nova forma de viver, olhar as coisas, o outro... uma oportunidade de dar o passo que precisamos de dar mas ainda não demos, de ter compaixão pelos semelhantes, sentir que somos todos iguais, nem mais nem menos...
Sinto uma pena imensa por ver que ainda há muitas pessoas que não tenham percebidos que todos temos telhados de vidro e que todos erramos de vez em quando e as que já tenham percebido não façam nada por ser diferente só porque sim....
Porque é que as pessoas insistem em dar donativos na rua ou a causas de solidariedade libertamdo-se de pesos na consciência se, nem se quer se conseguem descentrar de si mesmas e viver o verdadeiro ESPÍRITO de Natal?
Natal é o nascimento, o renascimento de tudo o que pode começar de novo, uma nova forma de viver, olhar as coisas, o outro... uma oportunidade de dar o passo que precisamos de dar mas ainda não demos, de ter compaixão pelos semelhantes, sentir que somos todos iguais, nem mais nem menos...
Sinto uma pena imensa por ver que ainda há muitas pessoas que não tenham percebidos que todos temos telhados de vidro e que todos erramos de vez em quando e as que já tenham percebido não façam nada por ser diferente só porque sim....
03/11/2008
Inferno de olga Roriz

Inferno é um lugar onde se descansa por fim a tristeza e se cansa o corpo dançante pelo puro prazer de o fazer.
Um espaço de libertação e tranquilidade incontida que predispõe ao arrebatamento.
Contradizendo o título, aqui o pecado não é punido. A maldade não é punida. A fraqueza também não.
Inferno é um caminho interior e iniciático, polvilhado de tristezas, ironias e reconciliações.
A ideia de musical, como em Paraíso , continua presente mas com um olhar ainda mais distante.
Várias são as formas de expressão. As vozes unem-se em hino ou em canções de amores solitárias. Os anjos transformam-se em bobos que dançam e falam sobre alguns de nós.
Tudo o resto é para ser descoberto a cada passo, em cada palavra, em cada som ...
Olga Roriz, 10/02/2008
03/10/2008
Dúvidas quase existênciais (parte IV)
Como é que as lagartas saem das maçãs se fazem o buraco de dentro (do caroço) para fora?
Será que já nascem nas maçãs??
Será que já nascem nas maçãs??
outros valores se impõem
Hoje, a equipa de trabalho foi até à expo fazer um balanço de como o trabalho estava a correr, que coisas mudar, incidentes críticos, projectar futuros....
E em conversa o chefe elogiou o modo como nos damos e referiu que a equipa por ter pessoas tão diferentes que tinha tudo para correr mal: uma isotérica, uma certinha e uma santinha... e eu, finalmente admiti, assumi em contexto de trabalho que muitas das vezes penso mais no bom ambiente de trabalho e de equipa, do que o meu próprio bem estar, valores, formas de agir, e que é um exercício por vezes complicado e de muita interiorização e paciência. Será que é a isto que chamam jogo de cintura?
E em conversa o chefe elogiou o modo como nos damos e referiu que a equipa por ter pessoas tão diferentes que tinha tudo para correr mal: uma isotérica, uma certinha e uma santinha... e eu, finalmente admiti, assumi em contexto de trabalho que muitas das vezes penso mais no bom ambiente de trabalho e de equipa, do que o meu próprio bem estar, valores, formas de agir, e que é um exercício por vezes complicado e de muita interiorização e paciência. Será que é a isto que chamam jogo de cintura?
26/09/2008
é facil
É fácil estar contigo, ser contigo…
Ir a tua casa, fazer-me de convidada para jantar, é fácil aceitar o teu computador quando mo ofereces para gravar um cd, fazer brindes com comida, fazer cara de macakinha…
Enfim, até onde chegámos conseguimos ir mais longe porque tudo o que já passámos já ninguém nos tira nem abala…
È bom sentir que é fácil estar contigo e ser contigo!
Ir a tua casa, fazer-me de convidada para jantar, é fácil aceitar o teu computador quando mo ofereces para gravar um cd, fazer brindes com comida, fazer cara de macakinha…
Enfim, até onde chegámos conseguimos ir mais longe porque tudo o que já passámos já ninguém nos tira nem abala…
È bom sentir que é fácil estar contigo e ser contigo!
08/09/2008
vida a dois
Ou melhor vida a duas...
Nem sempre é fácil, especialmente quando se vive com alguém por condição e não por opção.
Mas como fazer para que as coisas corram bem se: se insiste pendurar o pano do pó junto das pégas da cozinha?; quando se gasta energia desnecessária a fazer máquinas unicamente com 3 panos da cozinha ou 5 cuecas?; tira a minha roupa que está para lavar da máquina e lava a dela 1ª?; só dá a saudação quando lhe petece e está bem humorada?; se deita fora comida ainda em prazo de validade?; traz o namorado para passar o fim-de-semana em casa e nem avisa?...
Eu vivo com uma prima e é assim que vivo. Respiro fundo, retiro importancia ao assunto e tento aguentar.
Nem sempre é fácil, especialmente quando se vive com alguém por condição e não por opção.
Mas como fazer para que as coisas corram bem se: se insiste pendurar o pano do pó junto das pégas da cozinha?; quando se gasta energia desnecessária a fazer máquinas unicamente com 3 panos da cozinha ou 5 cuecas?; tira a minha roupa que está para lavar da máquina e lava a dela 1ª?; só dá a saudação quando lhe petece e está bem humorada?; se deita fora comida ainda em prazo de validade?; traz o namorado para passar o fim-de-semana em casa e nem avisa?...
Eu vivo com uma prima e é assim que vivo. Respiro fundo, retiro importancia ao assunto e tento aguentar.
06/09/2008
na Polónia
dançar, dançar, dançar....
A paixão pelas danças de salão começaram em Maio de 2006 no Fundão… O grupo era divertido o professor um amante da dança e estava sempre a 1000 à hora, bem disposto, vocacionado sem dúvida para dançar.
Zacarias, homenagem te seja feita, OBRIGADA pela paciência para as minhas perguntas perfeccionistas, e pelo carinho como ensinas.
Um convite de trabalho fez-me mudar de planos e, deixei o Fundão e as danças de salão…
Em Lisboa não é fácil encontrar par (pré-requisito obrigatório em qualquer escola), e a vontade de continuar a dançar e a aprender fiou adiado.
Hoje, com as arrumações do costume encontro um papel com todas os estilos de dança que sabia dançar os passos básicos, agora só me lembro metade dos estilos…
Danças de salão Modernas ____________________Danças sociais
v Valsa Inglesa (lenta) ________________________v Rock
v Valsa Vianense ____________________________ v Mambo
v Tango ____________________________________v Salsa
v Fox trot __________________________________v Merengue
v Fox trot nacional __________________________v Sevilhanas
v Quick step
v Slow Rithm
Danças Latinas
v Cha Cha Cha
v Paso doble
v Samba
v Rumba
v Jive
v Bolero
Quero continuar a dançar, porque a dançar sinto-me mais que feliz, descontraída, sorridente…
O Francisco em jeito de brincadeira perguntou-me “a menina consegue-me o prazer desta dança?”, e eu aceitei voltarei sempre a aceitar, nem que seja para não esquecer
03/09/2008
a teoria dos ex-amigos
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“A amizade é uma experiência mais frequente que o amor; mas todos os dias ouvimos histórias sobre ex-maridos, ex-namoradas, ao passo que pouca gente fala dos ex-amigos. E ao nosso lado há amizades que acabaram, como uma implosão de um edifício em ruínas, estrépito abafado e uma grande nuvem de pó. Disso fica apenas um grande silêncio.
As pessoas não gostam de reconhecer que a amizade é um laço frágil. A mitologia diz que os amigos são indestrutíveis e eternos. Há por isso um grau de decepção no fim de uma amizade que cobre de vergonha os envolvidos.
Uma paixão amorosa está umbilicalmente ligada a dimensões mais superficiais e passageiras, como o aspecto físico ou o desejo sexual. Quando o amor acaba, a tragédiaé minimizada porque já sabíamos que o “amor acaba”. O fim de uma amizade é uma surpresa mais chocante. Quando uma amizade acaba temos de reconhecer, contrariados, que a amizade, tal como o amor, é uma eternidade fraudulenta.
Norman Podhoretz escreveu uma curiosa autobiografia chamada Ex-Friends (2000), em que conta como se zangou com todos os americanos. No caso de Podhoretz, as amizades terminam por discórdias politicas. (…) A amizade suporta bem opiniões divergentes. Eis o que uma amizade não aguenta: deslealdades, traições, ausências, crueldades, competições, impiedades. Já passei por algumas rupturas violentas, e sei que as amizades acabam porque pomos em causa o carácter do amigo (ou ele o nosso). Reparem que não me refiro às amizades que se desvanecem, à intensidade que diminui, às pessoas com quem vamos perdendo contacto aos poucos, sem premeditação, só porque mudaram os nossos hábitos ou as nossas circunstancias. De tempos a tempos, todos temos amigos de quem já não somos amigos. Mas isso é muito diferente de um ex-amigo.
Um ex-amigo é alguém a quem um dia entregamos as chaves todas que tínhamos. Teve acesso total às nossas ideias e emoções. Um ex-amigo foi sempre um amigo íntimo. É isso que explica o decoro antiquado com que evitamos o assunto. O ex-amigo representa um juízo ético errado. É uma mancha humana. Um momento em que nos enganamos completamente sobre a humanidae, ou sobre um humano em concreto.É fácil dizermos “eu achava que estava apaixonado e garantirmos que confundimos o amor com uns olhos azuis. Mas com um amigo, que é um peixe de águas profundas, não temos essa desculpa. Quem é que diz” eu achava que era amigo dele”? O fim de uma paixão revela um erro comum. O fim de uma amizade é um erro pessoal. Sem direito a perguntas.
O ex-amigo nunca nos é indiferente. Uma das minhas regras sagradas de conduta é que nunca digo mal de um ex-amigo. Isso é tanto mais estranho quanto sou capaz de dizer mal de um amigo, em casos graves. Mas um ex-amigo é como uma invertigação policial inconclusiva. É um caso arquivaso por desistência e que pesa na consciência.(…)
Ao mesmo tempo, o ex-amigo não é exactamente um inimigo. É um fantasma, uma assombração de que nos lembramos sempre, como nos lembramos das mulheres que amámos. O Amigo entro u na cidade proibida e agora não nos perdoamos que ele tenha visto os leões e os archeiros. Quando nos arrependemos de uma intimidade sexual, deitamos as culpas para a loucura temporária que é o desejo. Mas nunca perdoamos o entusiasmo lúcido com que fizemos amigos e depois os perdemos. Não estamos sequer arrependidos: estamos tristes com uma tristeza mais suportável e mais duradora que a tristesa amorosa. Quando nos cruzamos com um ex-amigo e não nos cumprimentamos, pesa no coração o logro que é a fraternidade. Sem a qual a igualdade e a liberdade afinal não valem nada”
As pessoas não gostam de reconhecer que a amizade é um laço frágil. A mitologia diz que os amigos são indestrutíveis e eternos. Há por isso um grau de decepção no fim de uma amizade que cobre de vergonha os envolvidos.
Uma paixão amorosa está umbilicalmente ligada a dimensões mais superficiais e passageiras, como o aspecto físico ou o desejo sexual. Quando o amor acaba, a tragédiaé minimizada porque já sabíamos que o “amor acaba”. O fim de uma amizade é uma surpresa mais chocante. Quando uma amizade acaba temos de reconhecer, contrariados, que a amizade, tal como o amor, é uma eternidade fraudulenta.
Norman Podhoretz escreveu uma curiosa autobiografia chamada Ex-Friends (2000), em que conta como se zangou com todos os americanos. No caso de Podhoretz, as amizades terminam por discórdias politicas. (…) A amizade suporta bem opiniões divergentes. Eis o que uma amizade não aguenta: deslealdades, traições, ausências, crueldades, competições, impiedades. Já passei por algumas rupturas violentas, e sei que as amizades acabam porque pomos em causa o carácter do amigo (ou ele o nosso). Reparem que não me refiro às amizades que se desvanecem, à intensidade que diminui, às pessoas com quem vamos perdendo contacto aos poucos, sem premeditação, só porque mudaram os nossos hábitos ou as nossas circunstancias. De tempos a tempos, todos temos amigos de quem já não somos amigos. Mas isso é muito diferente de um ex-amigo.
Um ex-amigo é alguém a quem um dia entregamos as chaves todas que tínhamos. Teve acesso total às nossas ideias e emoções. Um ex-amigo foi sempre um amigo íntimo. É isso que explica o decoro antiquado com que evitamos o assunto. O ex-amigo representa um juízo ético errado. É uma mancha humana. Um momento em que nos enganamos completamente sobre a humanidae, ou sobre um humano em concreto.É fácil dizermos “eu achava que estava apaixonado e garantirmos que confundimos o amor com uns olhos azuis. Mas com um amigo, que é um peixe de águas profundas, não temos essa desculpa. Quem é que diz” eu achava que era amigo dele”? O fim de uma paixão revela um erro comum. O fim de uma amizade é um erro pessoal. Sem direito a perguntas.
O ex-amigo nunca nos é indiferente. Uma das minhas regras sagradas de conduta é que nunca digo mal de um ex-amigo. Isso é tanto mais estranho quanto sou capaz de dizer mal de um amigo, em casos graves. Mas um ex-amigo é como uma invertigação policial inconclusiva. É um caso arquivaso por desistência e que pesa na consciência.(…)
Ao mesmo tempo, o ex-amigo não é exactamente um inimigo. É um fantasma, uma assombração de que nos lembramos sempre, como nos lembramos das mulheres que amámos. O Amigo entro u na cidade proibida e agora não nos perdoamos que ele tenha visto os leões e os archeiros. Quando nos arrependemos de uma intimidade sexual, deitamos as culpas para a loucura temporária que é o desejo. Mas nunca perdoamos o entusiasmo lúcido com que fizemos amigos e depois os perdemos. Não estamos sequer arrependidos: estamos tristes com uma tristeza mais suportável e mais duradora que a tristesa amorosa. Quando nos cruzamos com um ex-amigo e não nos cumprimentamos, pesa no coração o logro que é a fraternidade. Sem a qual a igualdade e a liberdade afinal não valem nada”
By Pedro Mexia
In jornal Público
16 .08.2008
Eu tenho um ex-amigo e nem sempre é facil assumir... __________________________________________________________________________________________________
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