“Splash” foi a peça apresentada pelo grupo de teatro regional da serra de Montemuro no teatro Agosto no Fundão!Seguem as fotos e para quem quiser saber mais ainda vai a tempo!
28/08/2008
Teatro A gosto
“Splash” foi a peça apresentada pelo grupo de teatro regional da serra de Montemuro no teatro Agosto no Fundão!Seguem as fotos e para quem quiser saber mais ainda vai a tempo!
26/06/2008
Sex & City
20/06/2008
depois da esperança a ressaca...
nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
Hoje as pessoas parece que não eram as mesmas, havia menos barulho nos transportes públicos, no café do bairro.
Contra todas as estatísticas, de remates à baliza, cantos, contra-ataques, e boa disposição Portugal deixou-se vencer...
A esperança era cada vez maior e parece que só no final de jogo é que “acordamos para a vida”, acordámos, sim porque faço parte daqueles portuguesas que não o deixo de ser quando existem derrotas, não, não sou daqueles que só porque perdemos deixamos de ser nós e passam a ser eles...
Foi pena, mas eu também não era capaz de fazer melhor...
nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
Hoje as pessoas parece que não eram as mesmas, havia menos barulho nos transportes públicos, no café do bairro.
Contra todas as estatísticas, de remates à baliza, cantos, contra-ataques, e boa disposição Portugal deixou-se vencer...
A esperança era cada vez maior e parece que só no final de jogo é que “acordamos para a vida”, acordámos, sim porque faço parte daqueles portuguesas que não o deixo de ser quando existem derrotas, não, não sou daqueles que só porque perdemos deixamos de ser nós e passam a ser eles...
Foi pena, mas eu também não era capaz de fazer melhor...
nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
27/05/2008
"O meu fado"
(Mu)dança
Era uma vez uma menina
que queria dançar.
Fazê-lo enchia.a de vida,
insuflava-a de ar.
Um dia acharam-na sem pés,
viraram-lhe a vida ao contrário,
ficou tão desesperada,
incapaz de mudar o cenário.
Muito tempo mudou
Sem que nada mudasse,
a vida sem alegria,
sentia-se num impasse.
Muito tempo passou
até que um dia acordou,
e com outros olhos viu
que a estrela sempre a olhou.
Vive cheia, vê, ouve e saboreia
A vida, a vida cheia
Entrega-te a cada momento,
a cada pedaço,
a cada olhar,
a cada abraço.
Viu-se então a estudar
as profundezas do ser
e na dança sem acaso
confiou o seu viver.
Dança agora outra musica
Qualquer uma que vier
alegre salta, rejubila,
não tem medo, quer viver!
Era uma vez uma menina
que queria dançar.
Fazê-lo enchia.a de vida,
insuflava-a de ar.
Um dia acharam-na sem pés,
viraram-lhe a vida ao contrário,
ficou tão desesperada,
incapaz de mudar o cenário.
Muito tempo mudou
Sem que nada mudasse,
a vida sem alegria,
sentia-se num impasse.
Muito tempo passou
até que um dia acordou,
e com outros olhos viu
que a estrela sempre a olhou.
Vive cheia, vê, ouve e saboreia
A vida, a vida cheia
Entrega-te a cada momento,
a cada pedaço,
a cada olhar,
a cada abraço.
Viu-se então a estudar
as profundezas do ser
e na dança sem acaso
confiou o seu viver.
Dança agora outra musica
Qualquer uma que vier
alegre salta, rejubila,
não tem medo, quer viver!
Maria Filipe a Nicolau Antunes (grupo de teatro dISPArteatro)
20/05/2008
Finfa Lx 8

JOÃO CALIXTO E TIAGO VIEGAS - Portugal
AS PEQUENAS CERIMÓNIAS19 DE MAIO
João Calixto e Tiago Viegas - Criação e interpretação
João Calixto - Projecto, cenografia e marionetas
A trágica saga duma noite de café curto e com cheirinho... servida pelos próprios e suas marionetas.
O melhor menu de sempre até hoje nesta casa: sopa, prato, pão, vinho, café, sobremesa e apetitoso bailado (serviço à mesa incluído no menu).
Uma atmosfera especial. Sentados à mesa, dois moços repousam, entreolhando-se no vazio de uma pausa para a sesta. Ouve-se o rádio e o Capitão dorme. Clientes que entram, outros que saem. Vêm pela refeição do costume ou simplesmente por um copo de bagaço. Por vezes pode-se observar de perto o cozinheiro, um senhor afrancesado cuja vida se inscreve num armário que abre portas a um universo de facas e cutelos, tesouras e outras ferramentas de utilidade duvidosa. Mas é mestre na ilusão da cutelaria, transformando as suas pommes de terre em extravagantes e deliciosos gourmets. Outras vezes aparece o patrão, um galo em sotaque alemão, elemento de vertigem na sua apressada rotina de barafustar...
Uma noite deliciosa no claustro do Museu da Marioneta.
O melhor menu de sempre até hoje nesta casa: sopa, prato, pão, vinho, café, sobremesa e apetitoso bailado (serviço à mesa incluído no menu).
Uma atmosfera especial. Sentados à mesa, dois moços repousam, entreolhando-se no vazio de uma pausa para a sesta. Ouve-se o rádio e o Capitão dorme. Clientes que entram, outros que saem. Vêm pela refeição do costume ou simplesmente por um copo de bagaço. Por vezes pode-se observar de perto o cozinheiro, um senhor afrancesado cuja vida se inscreve num armário que abre portas a um universo de facas e cutelos, tesouras e outras ferramentas de utilidade duvidosa. Mas é mestre na ilusão da cutelaria, transformando as suas pommes de terre em extravagantes e deliciosos gourmets. Outras vezes aparece o patrão, um galo em sotaque alemão, elemento de vertigem na sua apressada rotina de barafustar...
Uma noite deliciosa no claustro do Museu da Marioneta.
06/05/2008
Resolve-te!
Resolve-te, resolve-me, é preciso resolver-me, decidir-me, escolher-me, descobrir-me.
Custa arriscar-me, expor-me, mergulhar-me, invadir-me, vasculhar-me, rasgar-me de coisas que não gosto. Impelir-me, desacomodar-me, desinstalar-me, descomplicar-me...
Custa arriscar-me, expor-me, mergulhar-me, invadir-me, vasculhar-me, rasgar-me de coisas que não gosto. Impelir-me, desacomodar-me, desinstalar-me, descomplicar-me...
03/05/2008
idiossincrasias
De imediato passo a explicar: segundo o dicionário Idiossincrasias é o modo de ver, de sentir, de ser próprio de uma pessoa… que é relativo à disposição particular de um individuo para reagir à acção dos agentes exteriores… temperamento peculiar a cada individuo. Vulgo: uma pessoa bexigosa, segundo os meus irmãos.
Descobri que sou idiossincrática e que não sou esquisita e nem refilona, mas sim requintada, selectiva e atenta, numa palavra só Idiossincrática.
Conheço quem use sempre a mesma sequência de cores nas mola quando estende a roupa, quem passe a ferro com uma tesoura sempre por perto para ir cortando etiquetas e linhas, quem não goste de ter a cadeira onde se senta a vibrar com o pé ou toque de alguém, quem odeie sons repetidos e sequenciados como mexer nas unhas constantemente, bater com as unhas na mesa, etc, quem odiei botões e não consiga usar roupa com os ditos botões, quem separe a comida no prato e não coma o arroz antes de ter acabado de comer a carne…
E é isto mesmo que distingue as pessoas, não as torna robôs com acções mecanizados e nada autónomas e em piloto automático… Taras, manias, maneiras diferentes de fazer, dizer e sentir as coisas, as pessoas, os sentimentos, todos temos, todos somos, porque somos especiais!
14/03/2008
encosta-te a mim...
Há dias em que acordo de manhã em que não suporto ser tocada, principalmente por desconhecidos. Pois, mas é nesses mesmos dias que todos tocam, ou é no elevador o cão do vizinho, no metro quando se entra e sai da carruagem, no autocarro, na rua... parece que tenho vestida uma t-shirt a dizer "encosta-te a mim" (mas não está assinada pelo J. Palma) invisível, porque tosos a vêem/lêem menos eu o que é sempre chato...
Será que isto se está a agravar? Será que tem cura? Ou simplesmente já nasceu comigo este feitio que alguns chamam de esquesito e eu prefiro chamar de selectivo/requintado!?!
Será que isto se está a agravar? Será que tem cura? Ou simplesmente já nasceu comigo este feitio que alguns chamam de esquesito e eu prefiro chamar de selectivo/requintado!?!
07/03/2008
22/02/2008
21/02/2008
duvidas quase existênciais (parte II)...
Somos o que temos?
E teremos o que merecemos?
Seremos nós os donos do nosso destino?
Somos nós proprios que fazemos a cama onde nos deitamos?
Somos assim porque sim?
Excerto de um livro acabado de ler
“Psicopatologia: percurso pelas obsessões e fobias compreensíveis, incluindo o medo de ser
capturado e estufado com caranguejo, a relutância em devolver um serviço de voleibol e a
incapacidade de dizer a palavra mackinaw na presença de senhoras. O irresistível impulso de
procurar a companhia de castores é analisado.”
WOODY ALLEN (para acabar com a cultura)
20/02/2008
Tempo de mudança
Costumo ler uma revista da minha area chamada Pessoal e encontrei este artigo que dá que pensar:
"As pessoas começam finalmente a aperceber-se de que só existem verdadeiramente se forem "inteiras", e mesmo querendo procurar "a outra parte que falta sempre" fazem-no dentro de si.
Tal como nas empresas, as pessoas parecem estar a descobrir que cada um de nós tem que cultivar a sua "cultura pessoal", a cultura que nos torna unicos e diferentes de todos os outros, "cultura de marca" que atrai os outros que com ela se identificam (...).
Os indivíduos que sabem estar sós, que gostam de estar sóssentem que apenas na solidão se encontram, se identificam e se partilham numa relação saudavel e com potencial de crescimento"
"As pessoas começam finalmente a aperceber-se de que só existem verdadeiramente se forem "inteiras", e mesmo querendo procurar "a outra parte que falta sempre" fazem-no dentro de si.
Tal como nas empresas, as pessoas parecem estar a descobrir que cada um de nós tem que cultivar a sua "cultura pessoal", a cultura que nos torna unicos e diferentes de todos os outros, "cultura de marca" que atrai os outros que com ela se identificam (...).
Os indivíduos que sabem estar sós, que gostam de estar sóssentem que apenas na solidão se encontram, se identificam e se partilham numa relação saudavel e com potencial de crescimento"
08/02/2008
se o tempo se vendesse
26/01/2008
É bom começar o ano assim
A passagem de ano foi no meu querido Porto.
Dia 1 de manhã um belo passeio pela Foz.
Uma visita guiada a Lisboa com o Chris.
E um jantar que comemora a amizade e se falam de coisas sérias e de parvoíces!
20/12/2007
ontem à noite!
Ontem passei o dia todo a preparar o coração para mais um serão em casa para receber uns amigos para um chá de Natal, deta vez não fiz um bolo delicioso (por falta de tempo e por que decidi não o fazer), decidi antes por umas bolachinhas, porque afinal o que era importante era comemorar o espirito do Natal.
O trio foi chegando e mal eu adivinhava o que a noite prometia...
Tivemos direito a preformance da diva do teatro, a lágrimas da plateia, a troca de galhardetes e prendas e partilhas de coisas/cenas futuras e presentes!
Obrigada por tudo. Soube pela vida!
O trio foi chegando e mal eu adivinhava o que a noite prometia...
Tivemos direito a preformance da diva do teatro, a lágrimas da plateia, a troca de galhardetes e prendas e partilhas de coisas/cenas futuras e presentes!
Obrigada por tudo. Soube pela vida!
hoje de manhã
Conversa entre uma menina de aproximadamente 4 anos para a sua mãe enquanto saiam da carruagem do metro na Alameda: "Ó mãe, eu hoje estou a portar-me bem?... E o Pai Natal está a ver que me estou a portar muito bem estes dias?... Então podes-me fazer uma vontade: convidar o Pai Natal no dia 25 para vir almoçar bacalhau à nossa casa, pode ser?".
Adoro a ingenuidade das crianças!
Adoro a ingenuidade das crianças!
15/12/2007
piloto automático
Um dos mecanismos de defesa que ultimamente utilizo é o piloto automático.
Por vezes dá muito jeito, principalmente quando não queremos pensar, sentir, mexer nas caixas das coisas importantes (como uma pessoa muito especial verbalizava e muito bem) que enterro e guardo muito bem guardadas.
É também nessas alturas que apesar de me irritar a caca constante nos passeios no caminho diário para o trabalho e nesta época natalicia os pais natal a subir repetidamente as paredes dos prédios ganham outra a importancia...
Enfim, coisas da vida!
Por vezes dá muito jeito, principalmente quando não queremos pensar, sentir, mexer nas caixas das coisas importantes (como uma pessoa muito especial verbalizava e muito bem) que enterro e guardo muito bem guardadas.
É também nessas alturas que apesar de me irritar a caca constante nos passeios no caminho diário para o trabalho e nesta época natalicia os pais natal a subir repetidamente as paredes dos prédios ganham outra a importancia...
Enfim, coisas da vida!
20/11/2007
esperar e esperar e esperaaar
Esperar pelo autocarro que não vem
Esperar por tudo o que convêm
Esperar que faças as pazes comigo
Esperar por te ter como amigo
Esperar que a insegurança passe
Esperar com este impasse
Esperar que a urgência chegue
Esperar que não me leve
Esperar que a liberdade não vicie
Esperar pelas borboletas na barriga
Esperar pelo sorriso que tarda
Esperar... quem espera desespera,
mas quem espera sempre alcança?
Esperar por tudo o que convêm
Esperar que faças as pazes comigo
Esperar por te ter como amigo
Esperar que a insegurança passe
Esperar com este impasse
Esperar que a urgência chegue
Esperar que não me leve
Esperar que a liberdade não vicie
Esperar pelas borboletas na barriga
Esperar pelo sorriso que tarda
Esperar... quem espera desespera,
mas quem espera sempre alcança?
14/11/2007
A redoma tipo aquario

A maioria das vezes e principalmente quando se está sozinho na rua
vê-se, cada vez mais, auriculares (vulgarmente conhecidos como fones) nos
ouvidos, como se as pessoas se envolvessem numa bola de sabão (tipo anuncio
do actimel da danone e as defesas que o produto oferece ao organismo).
Essa bola tipo aquário é protectora e envolve as pessoas num mundo que é só delas, num espaço aconchegado, ameno e quase que impenetrável.
O chato é quando existem aquelas pessoas que insistem em fazerem-se notar,
pessoas que não têm os ditos auriculares nem sequer são adeptas dessas coisas,
e então resolvem boicotar esse momento tão especial e "egoísta" de cada um com
um encontrão ou aquelas perguntas do "tem lume?" ou "Já aqui está há muito tempo?"
ou ainda tem horas que me diga?".
Serão estas as pessoas que nos lembram que há um mundo cá fora que quer a nossa comunicação?
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